neblina que espreita
o silêncio de outono
das folhas pretéritas
do novo
a vigiar a esperança
concebida flor
que sabe do seu fruto
o veludo de pêssegos
o orvalho doce
a refletir sonho
na quietude das manhãs frias
vem se juntar
aos andantes da esperança
a semear coragem
a colher na árida realidade
um sorriso de primavera
um sorriso de criança.
(22/05/1996)
Fiquei muito feliz de conhecer este lado poético seu, sinto-me menos só, que bom que somos todos um pouco poetas, loucos, médicos e amantes da vida.Solange
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