domingo, 4 de novembro de 2012

; em sonhos, em verdes sonhos, cavalgas nua no que ainda resta de tarde. Assisto a fuga de teus cabelos avermelhados pelo sol, que resiste em cerrar os olhos. Conivente em sua disparada, deixo a lenha, a terra molhada, retalhos de chita. E vejo teu dorso, tuas espáduas firmes, desaparecerem no horizonte, até o próximo sonho, no que ainda resta de tarde...

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