mergulho em seus olhos,
como se última fosse a paisagem
pálpebras coreográficas
desmontados
em suor e lágrimas,
apontando o caminho da luz
e do sonho.
mergulho em teus olhos,
como se última fosse a mulher,
astrolábios,
língua a circular mamilos
rota de vergões a desenhar
tragédias
em minhas costas.
mergulho em teus olhos,
na tua fúria
de procura inominada,
que arrebenta nas pedras,
na praia,
no silêncio...
no silêncio gostoso do silêncio.
Ousado!
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